Resumo
Contrariamente aos acadêmicos, que classificam ativos financeiros em função de seus “betas”, os participantes do mercado financeiro preferem classificá-los em termos de classes de ativos. E, no início dos anos 2000, estas classes de ativos dividiam-se predominantemente em dois grandes grupos: os ativos de Renda Fixa – representados por Renda Fixa soberana e Crédito - e os de Renda Variável – representados principalmente por Ações, mas também Investimentos Imobiliários. No entanto, na medida em que a realidade de taxas de juros reais negativos se fixava, os investidores tornaram-se mais criativos para atingir suas metas de retorno. Novos ativos de Renda Fixa e Renda Variável, além de vários outros, surgiram mais fundo dentro do espectro de risco – além de ativos com exposição a novos fatores de riscos. Estes ativos foram classificados dentro do guarda-chuva “Investimentos Alternativos” e sua importância dentro dos portfólios globais tem crescido continuamente; o mesmo acontecendo com classes de ativos mais exóticas. No entanto, a partir da segunda metade da década de 2020, as taxas de juros reais voltaram a subir; e a Renda Fixa soberana, que havia desaparecido dos portfólios globais, está ensaiando um retorno em grande estilo. Como isto afetara os Investimentos Alternativos e Exóticos é uma história que ainda está sendo contada.
Investimentos Tradicionais, Investimentos Alternativos, Portfólio “Core”, Portfólio Satélite, Portfólio de Mínimo Risco, Portfólio de Risco.
































